sábado, 28 de maio de 2011

Por vezes o problema não está na resposta...

Por vezes o problema não está na resposta...
...por vezes, o que está mal, é mesmo a pergunta!

Sim, não, talvez, azul, 1492, banana, andorinha-europeia, andorinha-africana faz tudo parte de um conjunto possível de respostas possíveis. Porém, nada parece mais rídiculo, do que expor essas palavras sem um contexto: neste caso, uma pergunta! O que dá importância e significado à resposta, é a pergunta. No dia-a-dia, e na nossa sociedade em geral,que é uma sociedade científica, racional, lógica, somos obcessados com respostas...mas esquecemo-nos que aquilo que nos guia,e a única coisa que podemos controlar são as perguntas que fazemos. As respostas, surgem, e surgem fora do nosso controlo. E, nem sempre temos respostas suficientes para entender outras respostas que aparecem.

Há quem diga que os grandes filósofos se aperceberam da importância de uma pergunta, de tal forma que, muitas vezes, respondiam com uma pergunta...

"Ás vezes olho para o céu e pergunto-me..."

domingo, 22 de maio de 2011

Expectativas vs Felicidade Round 1! Fight!

Como te sentirias, se ao receberes o Euromilhões,tivesse havido 100 pessoas a apostar no mesmo que tu e só recebesses 1 milhão em vez de 100 milhões?!
(Atenção! Um milhão é fantástico...mas as expectativas trair-te-iam...terias planos para 100 milhões, e esse 1 milhão, mesmo que muito e sem esforço, não seria a mesma coisa!)

Então e se em vez de 20 mil euros recebesses 100 mil?! Aí seria fantástico...pois estavas a receber bem mais do que o que esperavas: o teu prémio era afinal 5 vezes maior!

Ou seja, na situação de 1 milhão ficarias "infeliz" (salvo seja!) e na de 100 mil, bastante agradado, "feliz"! Mas...não é porventura, um milhão maior que 100 mil!? O que parece paradoxal à primeira vista, é simples de ser explicado!

A tua "felicidade" ou o teu "bem-estar" é classificado pelas expectativas que tens, ou seja, dependendo daquilo que queres, e ambicionas, e conforme o que tens, assim te sentirás conforme!
Um sapateiro não se importa de receber menos que um astronauta, mas ficará chateado, se receber menos que alguém que não trabalha: tem as suas expectativas, e elas, provêm da sua lógica e da sua condição. 

Assim, o primeiro passo para "felicidade" seria estabelecer bons objectivos...

Direi mesmo "A base de uma desilusão, é sempre uma ilusão"...

Algures nesse gráfico está um ponto, onde todos gostaríamos de estar!